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23/07/2014

DESCUBRÍ SÃO PAULO

Fundada em 1554 por padres jesuítas, São Paulo é a capital mais populosa do Brasil, com mais de 11 milhões de habitantes. É também a sexta cidade mais populosa do mundo e a quarta maior aglomeração de pessoas em região metropolitana, com quase 20 milhões de habitantes.

Formada por diversas culturas de todas as regiões do país e do mundo, São Paulo é uma cidade cosmopolita e tem vida ativa 24 horas por dia. É o principal centro econômico-financeiro do Brasil e abriga as sedes das principais multinacionais do país.

Em São Paulo também que se encontra o Parque Serra da Cantareira, atualmente é considerado a segunda maior floresta urbana do mundo.

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PRIMEIRA POVOAÇÃO DO AMBRÓSIO - Sítio Histórico

PRIMEIRO QUILOMBO DO AMBRÓSIO - SÍTIO HISTÓRICO DE CRISTAIS-MG
Vídeo feito em 23.11.2008 pelos malugos Antônio Carias, Daniel Luiz e Tarcísio José em visita ao Sítio Histórico da Primeira Povoação do Ambrósio, no município de Cristais-MG, cujas habitaçoes e roças foram atacadas e destruídas pelo capitão Antônio João de Oliveira a mando de Gomes Freire de Andrade, no ano de 1746.

14/11/2013

Livro História de Cristais


Este livro, História de Cristais, 2º edição, de 320 páginas, de autoria da ilustre cristalense, mãe, professora e historiadora, a Profª. Maria Salomé Reis Alves de Lima, conta a história de sua terra, “da Povoação do Ambrósio à Saga Lindeira do Município” de Cristais-MG. É um exemplo de culto e preservação da História Regional em Minas Gerais, onde todos os fatos históricos que narra são comprovados documentalmente e até as lendas que rememora – a exemplo do Segredo do Rei Ambrósio e o seu tesouro enterrado – deitam raízes profundas na ancestralidade do povo cristalense, sem qualquer influência que não seja a sua própria tradição. Cristais é a terra onde o Rei Ambrósio teve a sua primeira povoação e onde lutou contra a escravidão e contra o imposto da Capitação e nunca foi derrotado pelas tropas do governo colonial. Quer saber mais?  Entre em contato com a autora:
Tarcísio José Martins, sócio efetivo do IHGMG recomenda este livro.

30/08/2013

Vamos conhecer Cristais, MG


Cristais é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, com uma população estimada  de, aproximadamente, doze mil habitantes.Surgido como Nossa Senhora da Ajuda dos Cristais, o Município foi criado em 1864, tendo obtido sua emancipação no ano de 1948.



Uma das versões para o surgimento do atual município, conta que, fugindo dos índios Cataguases, o desbravador Lourenço Castanho acabou por chegar ao local, estabelecendo-se por lá; já outra versão atribui esse começo a chegada de Romão Fagundes, um latifundiário, que teria sido seu primeiro morador. Um e outro atraídos pela abundância de cristal de rocha na região. 


Surgido como Nossa Senhora da Ajuda dos Cristais, o Município foi criado em 1864, tendo sua emancipação  no ano de 1948.



Dotado de inúmeros atrativos naturais, como o Lago de Furnas, rico em peixes e propricio  a prática de esportes náuticos, ou o Porto Fernandes, as margens do Rio Grande, com sua paisagem tranquila e exuberante, ou ainda a Serra dos Cristais, de onde pode-se ter uma vista total da cidade.


Na economia, em seu setor agrícola primário, tem como principais atividades a agricultura voltada para o café, o milho e o feijão; a pecuária é bovina, suína e avícola, (com a criação de frangos e avestruzes). Desenvolve ainda, em baixa escala,  a extração vegetal (madeira) e mineral (cristal de rocha, calcário e grafite). Já no setor secundário, predominam as micro-indústrias, tendo como carro-chefe a confecção de artigos do vestuário e acessórios.


Seu artesanato é variado e vai desde aos arranjos florais finos,  bordados, tricô e tecelagem, passando pela confecção em fibras de cestos, peneiras e vassouras, até a fundição do metal de cobre para a confecção de tachos, sem nos esquecermos da pintura a óleo em telas e tecidos.


Sua  gastronomia, seguindo a típica cozinha mineira, tem seu ponto alto nos biscoitos de polvilho, tão apreciados que deu aos cristalenses o apelido de “biscoiteiros”


19/08/2013

A Primeira Povoação do Ambrósio


Histórico
A Primeira Povoação do Ambrósio – Atacada em 1746
O pesquisador Tarcísio José Martins concluiu – comparando o Mapa do Campo Grande com sucessivas cartas topográficas da região e outros documentos - que a Primeira Povoação do Ambrósio foi destruída em 1746 a mando de Gomes Freire de Andrade pelo capitão Antonio João de Oliveira, e que ela ficava a norte do atual território do município de [[Cristais]]-MG. Isto, porque:

a) Tendo precisado nos mapas e no Google Earth a localização do Sítio dos Curtumes, onde se acantonaram as tropas do capitão Oliveira, o primeiro indício para se excluir o Ambrósio de Ibiá está na carta de 8 de agosto de 1746, ao rei, onde Gomes Freire se refere a que “se fazia preciso que a tropa marchasse mais de cinqüenta léguas até fim de setembro”, visto que só de ida, a distância do Sítio dos Curtumes àquele Sítio Histórico de Ibiá-MG, ultrapassaria mais de setenta e cinco léguas.

b) O nome Campo Grande, dado à Confederação de Quilombos, foi-se deslocando de leste para oeste na medida em que também se deslocavam os quilombos, restando provado documentalmente que “Campo Grande”, em 1746, abrangia apenas a região que vai do rio do Peixe ao Piumhi, não ultrapassando o São Francisco, não chegando, pois, aos Goiases, onde ficava o Ambrósio de Ibiá.

c) Há claras evidências de que Gomes Freire proibiu, na correspondência oficial, qualquer referência aos ataques de 1746. Na sua ausência, seu irmão José Antonio cometeu em suas cartas, duas inconfidências: 1ª) – Em 1757 escreveu “ser preciso dar-se em o Quilombo Grande, junto ao do Ambrósio, que da outra vez foi destruído”. 2ª) Em 1758, “escreveu à Câmara de São João Del Rei comunicando o pedido de 20 canoas feito por Diogo Bueno que estava organizando uma expedição ao Campo Grande”. O uso de canoas seria inviável para atacar o Ambrósio de Ibiá. Diogo Bueno, realmente, nunca atacou o Ambrósio de Ibiá.

d) Em fins de 1758  ou começo de 1759, Diogo Bueno, segundo a Carta da Câmara de Tamanduá à Rainha (1793), recebeu ordens para atacar as “Relíquias do Quilombo do Ambrósio, que ia principiando a engrossar e a fazer-se temido”. Essas relíquias ficariam, segundo denuncia a antiqüíssima toponímia, em território da atual Aguanil-MG, sudeste de [[Cristais]]-MG. Não há notícias desse ataque. Mas, em 1760, Diogo Bueno usou essas mesmas 20 canoas para ir, pelo rio Grande, de Lavras até a Serra das Esperanças, também chamada de [[Serra da Boa Esperança]] região dos atuais municípios de Aguanil-MG, Cristais-MG e Guapé-MG, onde ficava realmente a Primeira Povoação dos Ambrósio.

06/08/2013

O Segredo do Rei Ambrósio




Cristais-MG revela “O Segredo do Rei Ambrósio”
Dar sentido ao patrimônio cultural é uma das formas de preservar e manter viva sua memória. Enxergar o patrimônio pelo olhar da cidade, especialmente das crianças e jovens. Ver o presente e vislumbrar o futuro pelos olhos do passado. Esses são alguns dos parâmetros que nortearam o trabalho de pesquisa que resultou na História “O Segredo do Rei Ambrósio”.

      
  É enriquecedor tomar conhecimento dessa História, assim como é enriquecedor considerar a mensagem da participação e contribuição da cultura afro na formação da pátria mineira. Não se trata de guardar relíquias, mas de se ter ensinamentos para o presente. Os remanescentes e as reminiscências quilombolas nos falam do que a cidade é hoje e não existe crescimento, nem avanço sem críticas e reflexão. Além disso, a preservação tem também seu sentido econômico por veios turísticos. Hoje, valores como a cultura são diferenciais na sociedade em que vivemos. O diferencial é saber conviver com a identidade do lugar, ao mesmo tempo que, com a construção de um ambiente contemporâneo.       

  Foi dentro desta perspectiva que as escolas municipais rurais de Cristais, localizadas nos remanescentes da Primeira Povoação do Ambrósio, em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra organizaram a I Feira Cultural, tendo como tema a influência da cultura afro brasileira na formação do patrimônio cultural cristalense.  Na ocasião foi lançada a cartilha “O Segredo do Rei Ambrósio” que mostra o passado reconstituído com base na seleção de documentos oficiais. São preciosas  memórias compiladas em um rebuscado fragmento.          Prefaciando a cartilha, os senhores

 Dr. Jorge Lasmar e Celso Falabella de F. Castro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais presentearam os alunos da Rede Municipal de Ensino de Cristais/MG. Estudiosos eruditos, pessoas de um valor cultural imensurável  que, nas suas longevidades, deixam marcas de sabedoria, talento, garra e dignidade para os jovens de hoje. São modelos de personalidades intelectivas que nos dão lições de vida. Confrades do pesquisador e historiador Dr. Tarcísio José Martins, elo do intercâmbio cultural, que resultou no rico prefácio dedicado às nossas crianças e jovens. A eles o agradecimento de toda comunidade cristalense.
          
Cristais-MG, 20 de novembro de 2009
Maria Salomé Reis Alves de LimaMarcos Antônio MarquesMais informações sobre a Cartilha - clique 

01/08/2013

Quilombo do Campo Grande

Durante muitos anos se pensou que o Quilombo do Ambrósio fosse apenas aquele localizado na divisa de Ibiá-MG com Campos Altos-MG. Em 1995, em seu livro Quilombo do Campo Grande – A História de Minas Roubada do Povo, o pesquisador Tarcísio José Martins demonstrou que o “Quilombo do Ambrósio” atacado em 1746, quando teria sido morto o Rei Ambrósio, ficava em Cristais-MG. O de Ibiá-MG foi o segundo Quilombo do Ambrósio, atacado somente em 1759.

21/07/2013

INFORMATIVO DA DIRETORIA MUNICIPAL DE CULTURA E TURISMO

O MUSEU HISTÓRICO MUNICIPAL DE CRISTAIS/MG – MHMC - instituído pelo Decreto nº 075, de 20 de novembro de 2007, incluído no Cadastro Nacional de Museus, se encontra instalado à Av. Joaquim de Paula Reis / 08. Tem como finalidade preservar, conservar e difundir a memória histórica cultural do município.

Entre os dias 13 a 19 de maio de 2013 o MUSEU HISTÓRICO MUNICIPAL DE CRISTAIS/MG estará participando da 11ª Semana Nacional dos Museus. Para isto, a Diretoria Municipal de Cultura e Turismo está recebendo doações de objetos ou peças que tenham um importante significado para as famílias: fotografias antigas, utensílios domésticos, objetos de uso pessoal, relíquias, etc. Esses objetos ou peças deverão ter uma história, representar as tradições das famílias construtoras da sociedade cristalense. Através do acervo do Museu revivemos e conservamos as tradições históricas, resgatando a cultura do nosso município.

Faça sua doação! Você estará contribuindo para guardar e preservar a História de sua família e consequentemente a História de Cristais, enriquecendo o acervo do Museu. Cada objeto deverá conter sua identificação, sua história e o nome da família doadora.

VISITE O MUSEU E FAÇA SUA DOAÇÃO!
SUA CIDADE AGRADECE!
 (4 fotos) FONTE:Maria Salomé Reis

26/06/2012

A Praça Joaquim Luiz da Costa Maia é um bem cultural tombado

O Conjunto Arquitetônico e Urbanístico Paço Municipal é um bem cultural tombado. A Praça Joaquim Luiz da Costa Maia, área de lazer e paisagismo, é complementada e embelezada pela arquitetura moderna dos prédios: Câmara Municipal, Prefeitura e Clube Jubileu de Prata

25/06/2012

Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Cristais MG


O Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Cristais MG- Compac foi criado pela Lei Nº 942 de 02/04/2002 com a finalidade de proteger e preservar o patrimônio histórico, artístico e cultural de nossa cidade.
Á partir de hoje, 17/06/2012, estamos iniciando a página do Compac que estará aberta para as postagens e publicações, como forma de manutenção de comunicação efetiva com a comunidade cristalense, desejosa de ver a cidade desenvolver com a participação da população, do Conselho e dos amigos de Cristais.
As notícias referentes aos trabalhos de Educação Patrimonial, de conservação e preservação de nossos bens culturais e as iniciativas culturais da parte do Compac aqui serão registradas, mantendo assim uma difusão clara e honesta das medidas tomadas para a defesa de nosso patrimônio cultural que, embora simples, é de valor inestimável para nós cristalenses.

12/06/2012

Palestra do Dr. Tarcísio José Martins no Negritude Futebol Clube


18 de Novembro Palestra do Dr. Tarcísio José Martins no Negritude Futebol Clube
O "Dia da Consciência Negra" retrata a disputa pela memória histórica. Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que a cerca das três últimas décadas se comemora no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra".

PRIMEIRA POVOAÇÃO DO AMBRÓSIO


PRIMEIRA POVOAÇÃO DO AMBRÓSIO

Campo Grande era uma grande extensão de terra que ocupava o território do sertão mineiro. Neste local formou-se um quilombo que se tornou conhecido como: O Quilombo do Campo Grande. Este quilombo era formado por muitos núcleos ou vilas, sendo um deles o QUILOMBO DO AMBRÓSIO tido como a capital do Quilombo do Campo Grande.
Quilombo era um refúgio dos escravos brasileiros: negros e mestiços ( afrodescendentes). Indígenas e brancos eram a minoria. Ali construíam casas e formavam uma pequena sociedade. Era um local afastado do centro das vilas ou povoados e de difícil acesso.
O Quilombo do Campo Grande foi tão importante quanto o do Palmares que era considerado um Estado-nordestino com 09 núcleos ou vilas. O Quilombo do Campo Grande chegou a ter 27 núcleos ou vilas, sendo que em 1759/1760 ainda tinha mais de 20 povoações esparramadas pelo Alto São Francisco, Alto Paranaíba, Triângulo, Centro-oeste e Sudoeste de Minas. Era habitado por negros e brancos pobres que fugiam do sistema tributário de Capitação e não apenas por escravos fugidos.
Na Capitania das Minas, ao contrário do que acontecia nos engenhos nordestinos, havia maior mobilidade social, o que se justifica pela grande compra de alforrias possibilitada pela mineração. Assim muitos foram os negros que conseguiram ascendência social, atingindo cargos como: alferes, capitães, padres, funcionários públicos, escrivães e até juízes de vintena, pequenas comunidades. Como a elite branca começasse a se incomodar, algumas providências foram tomadas, além das limitações do poder impostas aos negros, a mais terrível das medidas foi a implantação do imposto de Capitação, por Gomes Freire de Andrade, em 1735.
Por este imposto, os negros tinham que pagar, semestralmente, sobre suas próprias pessoas, sob pena de multa, prisão, açoite e expulsão da capitania. Todos os brancos que trabalhassem com as próprias mãos, tivessem ou não escravos, tinham que pagar também, por si mesmos, o imposto semestral de Capitação. Essa violenta repressão incentivou a necessidade de fuga das vilas oficiais para comunidades afastadas, as quais, como abrigavam brancos pobres, negros e alguns escravos, passaram a ser chamados de quilombos. O imposto de Capitação foi extinto, graças a bravura do Rei Ambrósio, em 1750, pelo Marquês de Pombal. Mas mesmo após sua extinção, o Quilombo do Campo Grande ainda permaneceu vivo.
O Quilombo do Ambrósio já existia em 1726. Até 1746, sob a denominação de PRIMEIRA POVOAÇÃO DO AMBRÓSIO localizava-se no território hoje compreendido no município de Cristais/MG, onde foi atacado pela bandeira do capitão Antônio João de Oliveira, a mando de Gomes Freire de Andrade. Somente depois de 1746 é que teria se mudado para o território onde hoje se compreende os municípios de Campos Altos e Ibiá/MG, onde foi atacado e destruído no ano de 1759, pela expedição do governador- comandante capitão Bartolomeu Bueno do Prado.
A Primeira Povoação do Ambrósio foi a semente da imensa Confederação Quilombola do Campo Grande. O governador Gomes Freire impôs uma espécie de segredo de Estado sobre estes fatos.
A pesquisa sobre Cristais no século XVIII tem sido extremamente frutífera. Não apenas por revelar acontecimentos de um passado pouco conhecido, mas por fundamentar, através de documentos, uma real integração histórica do município no contexto cultural do Quilombo do Campo Grande, permitindo fomentar o turismo cultural local.

Diretoria Municipal de Educação e Cultura

Conselho Municipal do Patrimônio Cultural

Dados compilados por: Maria Salomé Reis Alves de Lima